.gato preto.
Sempre fui completamente apaixonada por gatos. De todas as raças e cores, com pelo curto ou longo, olhos azuis, verdes, marrons, amarelos, tanto fazia. Eram gatos. Gatos, gatas, gatinhos, lindos filhotinhos desajeitados!! Sempre dava um jeito de cuidar de algum “perdido” que aparecia em casa por acaso. Eu dava leite em um pires, aí o bichaninho medroso e arisco se aproximava - a fome falava mais alto.
Obs.: Há pouco tempo, li no livro “Gato – Manual do Proprietário – Dr. David Brunner e Sam Stall”, que leite pode ser nocivo aos gatos, por intolerância à lactose, causando disfunções gástricas e diarreia. Portanto, não ofereça leite para gatos, ok? Melhor prevenir...
Quando tinha uns 5 anos de idade, em um acampamento, corri atrás de um gato preto lindo (ah, e sem essa de superstição, hein!! Isso não vem de DEUS!). Eu tenho até uma foto, que vou dar um jeito de postar aqui qualquer dia: eu, neste acampamento, com um vestidinho rosa de festa junina, com dente pintado e pintinhas feitas a lápis no rosto, com este gato no colo.
Coitado do gato... eu, criança fissurada, não dava um tempo pra ele. Corria e agarrava o pobre gatinho o dia inteiro. Parecia a Felícia do Tiny Toon. Acho que eu deveria ser o desespero dele naquele acampamento, mas ele era a minha alegria (além dos chicletes "Bolin Bola" que eu pegava o dia inteiro na cantina)!! Aí, certa noite, resolvi correr atrás do gato. Mesmo. Ele correu, e eu corri atrás. Ele correu pro mato, no escuro, e eu corri destemidamente atrás, só queria o gato.
De repente, alguma coisa muito forte me pegou. Me prendeu. E aquilo doía. Doía muito!! Comecei a gritar, chorando, como geralmente as crianças pequenas costumam fazer quando se veem em uma situação diferente assim.
Eu fiquei presa por um arame farpado. O sangue escorria por meu pequenino rosto. Ele entrou entre o globo do meu olho esquerdo e minha sobrancelha. Por muito pouco não entrou diretamente no meu olhinho de criança. Porque simplesmente não vi o arame. Simplesmente não vi mais nada, nem mesmo o gato, porque estava escuro demais.
Eu fiquei presa por um arame farpado. O sangue escorria por meu pequenino rosto. Ele entrou entre o globo do meu olho esquerdo e minha sobrancelha. Por muito pouco não entrou diretamente no meu olhinho de criança. Porque simplesmente não vi o arame. Simplesmente não vi mais nada, nem mesmo o gato, porque estava escuro demais.
Quando não há luz, quando não há DEUS, não adianta acharmos que podemos prosseguir, destemidamente, como se não houvesse diferença entre a luz e as trevas. É lá que o inimigo reside. Ele fica, cheio de apetite, esperando a oportunidade – e nem hesita.
A cicatriz eu tenho até hoje (assim como meu amor por gatos).
Que o SENHOR DEUS TODO-PODEROSO nos ajude a seguir sempre por Sua linda Luz, pra que não fiquemos presos nos arames farpados daquele que vive no escuro.
DEUS abençoe sempre!

Engraçado como às vzs achamos que temos o controle das nossas vidas e que naum existe Deus nem o inimigo para nos dizer o q fazer. O q naum percebemos eh q caímos em uma cilada q nos leva à morte; por isso o Senhor nos mostra dois caminhos. Cabe a nós decidirmos qual é o melhor deles.
ResponderExcluirO post ficou lindo, Pri! Continue trazendo a luz do Senhor Jesus na vida das pessoas.
Beijos enormes! ;*
Toda glória sempre ao SENHOR!!
ResponderExcluirObrigada por seu carinho!
O Caminho é JESUS!
Ele mesmo disse: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." =)
DEUS abençoe!
Prii, fiz um post no meu blog em homenagem ao "Diferindo". Quando puder, dá uma passadinha lá!
ResponderExcluirDeus te abençoe. ;*
Puxa, Pri!
ResponderExcluirObrigada pelo carinho. Passei lá, li e comentei. Uma bênção o texto!!!
DEUS continue abençoando vc!!
Paz do SENHOR!