.grandes portas fechadas.
Certa vez eu estava em uma cidade chamada São Gabriel d’Oeste, no estado do Mato Grosso, Centro-Oeste do nosso país. Isso foi há muitos anos, quando eu participava do Grupo Logos. Costumeiramente, após as programações, eu trabalhava com a venda do material do Grupo. Sendo assim, se houvesse trabalho por alguns dias seguidos, sem folga, o estoque de material, que ficava dentro do ônibus, ficava um pouco fora de ordem (pra não dizer bagunçado). De tempos em tempos eu organizava este “estoque”. Então, naquele dia, naquela cidade, fazia calor, e não havia nada para fazer. Como detestava dormir à tarde, andei alguns quarteirões, da casa em que estava hospedada até o Dino (nome do ônibus que o Logos usava naquela época), que estava estacionado ao lado da igreja, para organizar o material.
São Gabriel d’Oeste, que eu me lembre, é uma cidade não muito grande, mas com enormes fazendas. O movimento neste dia era quase zero. Talvez fosse um domingo, ou algo assim. O clima era muito seco. Enquanto caminhava, porém, o tempo foi mudando, ameaçando chuva. Ao mesmo tempo em que pensei em voltar à casa pra não me molhar, não liguei pra isso. Decidi continuar. Abri um dos bagageiros do Dino, meu escritório, rs... que se não fosse por todas aquelas caixas bagunçadas, estaria completamente vazio, porque todo o equipamento já estava montado na igreja. Quem já viu o bagageiro de um ônibus deste porte, sabe que é um pouco grande. Eu costumava organizar o material sentada dentro do bagageiro, que era mais cômodo em dias de temperatura normal/baixa. Mas neste dia estava muito quente, então eu puxei as caixas pra perto da porta, e fiquei em pé, na entrada do bagageiro. Não choveu, mas começou a ventar muito forte, parecendo que haveria uma tempestade. Procurei ser rápida. À medida que esvaziava algumas caixas, colocava-as na calçada, ao meu lado, pra jogar fora depois que terminasse, mas como eu falei, o vento estava muito forte, e arrastava as pequenas caixas pra longe. Eu, me apressando, recuperei as caixas por duas ou três vezes. Depois esvaziei uma caixa grande, e coloquei aquelas pequenas dentro dela. Assim, sendo todas uma só, mais pesada, o vento não levava.
São Gabriel d’Oeste, que eu me lembre, é uma cidade não muito grande, mas com enormes fazendas. O movimento neste dia era quase zero. Talvez fosse um domingo, ou algo assim. O clima era muito seco. Enquanto caminhava, porém, o tempo foi mudando, ameaçando chuva. Ao mesmo tempo em que pensei em voltar à casa pra não me molhar, não liguei pra isso. Decidi continuar. Abri um dos bagageiros do Dino, meu escritório, rs... que se não fosse por todas aquelas caixas bagunçadas, estaria completamente vazio, porque todo o equipamento já estava montado na igreja. Quem já viu o bagageiro de um ônibus deste porte, sabe que é um pouco grande. Eu costumava organizar o material sentada dentro do bagageiro, que era mais cômodo em dias de temperatura normal/baixa. Mas neste dia estava muito quente, então eu puxei as caixas pra perto da porta, e fiquei em pé, na entrada do bagageiro. Não choveu, mas começou a ventar muito forte, parecendo que haveria uma tempestade. Procurei ser rápida. À medida que esvaziava algumas caixas, colocava-as na calçada, ao meu lado, pra jogar fora depois que terminasse, mas como eu falei, o vento estava muito forte, e arrastava as pequenas caixas pra longe. Eu, me apressando, recuperei as caixas por duas ou três vezes. Depois esvaziei uma caixa grande, e coloquei aquelas pequenas dentro dela. Assim, sendo todas uma só, mais pesada, o vento não levava.
Não me recordo se já estava terminando, mas o vento não deu trégua. Pelo contrário: em um momento o vento foi tão forte que arrastou com toda a força e velocidade a caixa grande com as caixinhas pela calçada, o que me fez imediatamente sair correndo atrás dela. Exatamente no momento em que saí da frente do bagageiro e encostei minhas mãos na caixa fugitiva, ouvi um som alto, forte e abafado, como um belo *POUFF*, que me assustou. Quando olhei pra trás, vi que a porta do bagageiro tinha se fechado com toda força, exatamente no momento em que saí debaixo dela. Agradeci a DEUS pelo livramento. Uma porta de bagageiro daquelas, na velocidade em que desceu, empurrada por aquele vento, poderia ter me machucado consideravelmente. O mesmo vento que empurrou a caixa, me fazendo ir atrás dela, fechou com violência aquela porta, tão grande.
Às vezes DEUS quer fechar uma porta, e usa ventos fortes na nossa vida pra salvar-nos. Porque nos ama. Se não fosse aquele ventão, eu não teria saído dali. Se não fosse aquele ventão também, a porta naturalmente permaneceria aberta.
Finalizei meu trabalho, tranquei a porta e voltei à casa, glorificando a DEUS.
Finalizei meu trabalho, tranquei a porta e voltei à casa, glorificando a DEUS.
Devemos ser gratos a DEUS por todas as coisas, grandes ou pequenas. Ele nos dá livramentos que a gente nem percebe. Por muitas vezes nem temos visão espiritual pra perceber isso, e não arquivamos como um livramento do SENHOR, mas este ficou na minha memória. Na verdade, tenho alguns guardados aqui. Quem sabe compartilho em outros posts?!
DEUS abençoe sempre!

Oii, Pri! Amei o post.
ResponderExcluirVc tem razão; Deus é maravilhoso para conceder livramentos como esse. Apesar de muitas vezes sermos ingratos, Ele sempre está ao nosso lado! Ah, gostaria muito que você postasse algumas dessas muitas experiências.
Um grande beijo e que o Pai Celestial te abençoe!
Oi!!!
ResponderExcluirBom ver nova postagem por aqui.Nossas vidas são montadas por histórias onde podemos tirar bons exemplos e testemunhos,seja algo pequeno ou grande. A questão é que Deus ta sempre ali,nos ajudando,nos alegrando,nos protegendo,orientando... Sua Mão nos guia,auxilia,é um amor incondicional mesmo!!!
Quem acredita sempre alcança,quem confia sempre é correspondido!!E Deus age todos os dias de nossas vidas!!
Deus abençõe vcs tmb,muita luz e paz
Bjs :)
Olá, Priscilla!!
ResponderExcluirObrigada pelo comentário! Que o nome lindo do nosso DEUS seja sempre exaltado sobre todos!!!
O SENHOR tem abençoado, e creio que agora poderemos estar mais pertinho do blog, atualizando com frequência!
DEUS abençoe!! =)
Amélia!!
Ficamos felizes com a fidelidade da sua amizade por aqui!!
É verdade que DEUS está sempre presente, o que nos dá direito de Vida. Porque sem ELE, como diz a Palavra em João 15:5, nada podemos fazer.
Glória a DEUS.
DEUS abençoe.